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A Federação Sindical Mundial (FSM), entidade que representa mais de 92 milhões de trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo, expressa seu apoio e solidariedade aos petroleiros que iniciaram, nesta quarta-feira (30), uma paralisação de advertência por 72 horas em todo o país.

A categoria, composta por mais de 60 mil trabalhadores, protesta contra as medidas neoliberais do governo ilegítimo de Michel Temer que desde que assumiu a presidência por meio de um golpe tem implementado sua agenda de privatização do sistema Petrobrás reduzindo investimentos e praticando uma extorsiva política de preços.

A pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela d’Ávila participa neste domingo (3), em São Paulo, da 22ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

Neste ano, a parada terá como tema “Poder para LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz” – o que põe as eleições 2018 no centro do evento.

A pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela d’Ávila criticou a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) de proibir a greve dos petroleiros, alegando ser ilegal por ter movimentos políticos, e não de reivindicações de trabalho ou salário.

Manuela explicou em suas redes sociais que a paralisação de 72 horas dos petroleiros reivindica a redução do preço dos combustíveis e do gás, e também se trata de um movimento em defesa da Petrobras, que tem uma importância fundamental na economia do Brasil. “Essa é a maior qualidade da paralisação”, frisou a pré-candidata do PCdoB.

Uma pesquisa do instituto Vox Populi divulgada, nesta terça-feira (29), traz mais notícias ruins para Michel Temer, Pedro Parente e sua turma. Os dados levantados mostram que 55% da população se dizem totalmente contra a privatização das empresas públicas.

“Um alento para mantermos a nossa luta firme em defesa das nossas estatais, principalmente de áreas estratégicas como as ligadas ao setor energético”, diz Victor Frota, dirigente da CTB. “Os golpistas estão destruindo o Estado e entregando nosso patrimônio para empresas estrangeiras”.

A Câmara dos Deputados realizou na manhã desta terça-feira (29) uma comissão geral para debater os sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis no País. A realização do debate foi solicitada pelo deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) e anunciada na semana pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Os ministros de Minas e Energia, Wellington Franco; e da Fazenda, Eduardo Guardia, foram convidados para participar do debate, que ocorreu no Plenário da Câmara. Também foram convidados para discutir o assunto representantes da Petrobras, de distribuidoras, de postos, especialistas do setor e o representante da CTB, Divanilton Pereira.

As Centrais Sindicais (CTB, CSB, CUT, Força Sindical, Nova Central e UGT) vêm a público manifestar todo seu apoio e solidariedade à greve dos trabalhadores petroleiros, prevista para durar 72 horas a partir de amanhã.

Entendemos que as reivindicações dos petroleiros são justas e apontam para a necessidade de protegermos a Petrobras da especulação financeira e da venda para multinacionais.

Diante da manutenção da gravíssima crise nacional a partir da continuidade da greve dos caminhoneiros e da crise de abastecimento que não se resolve, do crescente desgaste do governo Temer, que perdeu toda a credibilidade para estabilizar o país, e da possibilidade de que a entrada em cena de petroleiros e outras categorias organizadas permitam que as pautas e reivindicações progressistas disputem a população contra o crescente e inaceitável apelo à intervenção militar, a Executiva Nacional propõe as seguintes medidas:

1. Total apoio e engajamento na greve dos petroleiros;

Os petroleiros de todo o país convocaram uma greve nacional de 72 horas para esta quarta-feira (30). O movimento pede a redução dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis, a suspensão dos processos de privatização da empresa e a demissão imediata do presidente da empresa, Pedro Parente.

O protesto e as paralisações da categoria já vêm ocorrendo em diversas refinarias que estão sendo preparadas para a venda, como Rlam e Fafen, ambas na Bahia, Abreu e Lima, em Pernambuco, Repar e Araucária Nitrogenados, ambas no Paraná, e Refap, no Rio Grande do Sul.

A greve dos caminhoneiros já está no oitavo dia e ainda não foi adotada uma solução de consenso para a crise. Apesar das concessões feitas pelo governo federal e anunciadas neste domingo (27), ainda há lideranças do movimento que não aceitaram encerrar a paralisação e seguem interditando rodovias em todo o país.

Ao final da tarde desta segunda (28), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que, em vez de reduzir, os pontos de bloqueios nas estradas aumentaram de 554 para 594 pontos.

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