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O II Congresso Nacional da Unidade Classista (UC), realizado entre os dias 28 de abril e 1 de maio em Fortaleza-CE, teve a participação de mais de 100 pessoas oriundas de 18 Estados do país. Iniciado ainda em final de 2017, as etapas preparatórias nos comitês de base, frações nacionais e nos congressos estaduais realizados em 16 estados, trouxeram um acúmulo político e organizativo que se expressou nos debates e resoluções da etapa nacional do II Congresso.

No ato político de abertura do Congresso, várias saudações de entidades e organizações políticas demarcaram a disposição de intensificar as lutas unificadas para enfrentar os ataques em curso, especialmente para enfrentar a contrarreforma trabalhista, a terceirização e o desemprego. O balanço político da coordenação nacional que encerrou sua gestão apontou diversos avanços da UC do ponto de vista de sua crescente consolidação no movimento sindical, assim como os desafios que a corrente sindical enfrenta nessa conjuntura. O segundo dia do Congresso foi destinado aos grupos de trabalho que, a partir do acúmulo das etapas preparatórias, aprofundou os debates acerca das resoluções a serem encaminhadas à plenária final. À noite, foi realizada uma atividade cultural na sede do PCB em Fortaleza-CE em conjunto com a militância dos demais coletivos partidários.

Meus amigos, minhas amigas, o Brasil vive esse 1º de maio com tristeza mas esperança.

É com tristeza que vivemos um momento onde a nossa democracia está incompleta, com um presidente que não foi eleito pelo povo no poder. O desemprego cresce e humilha o pai de família e a dona de casa. Em uma força de trabalho superior a 100 milhões de pessoas, apenas 33 milhões têm carteira assinada, o número mais baixo em 6 anos.

Uma multidão de mais de 13 milhões está desempregada e outros tantos milhões em subempregos ou na informalidade. O país sofreu com a reforma do governo Temer o mais duro golpe nos direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo do século XX.

A pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela D’Ávila enfatizou a importância do “movimento maio de 1968”, durante o Grande Expediente na Assembleia Legislativa do estado do Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (2), fazendo um paralelo com a necessidade de resistência aos retrocessos no Brasil.

Para Manuela, mesmo após 50 anos, o movimento “está mais vivo do que nunca”. Na época, na França, o movimento começou com uma grande onda de protestos, que teve início com manifestações estudantis e evoluiu para uma greve geral de mais de 7 milhões de trabalhadores contra o governo do então presidente da França, Charles De Gaulle.

A líder do PCdoB no Senado, Vanessa Grazziotin (AM), defendeu a paz e democracia ao participar das atividades do 1º de maio da Resistência, em defesa da liberdade do ex-presidente Lula e pela volta dos direitos trabalhistas, em Curitiba, nesta terça-feira (1º/5).

“Estamos dando uma bela transformação de paz e de gente pacífica, que mesmo com tanta injustiça não levanta uma arma e não atira uma bala em quem quer que seja (…) São as bandeiras vermelhas ao lado das bandeiras do Brasil e das bandeiras brancas, da paz”, ressaltou.

“Neste 1º de maio somos as vozes de todas as centrais sindicais para dizer que a nossa luta em defesa da liberdade do ex-presidente Lula é a luta em defesa do desenvolvimento do Brasil”, enfatizou a pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela D’Ávila em saudação às milhares de pessoas que participavam do ato unificado das sete maiores centrais sindicais do Brasil (CTB, CUT, Força Sindical, NCST, UGT, CSB e Intersindical), neste 1º de Maio da Resistência, em Curitiba.

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) manifesta sua irrestrita solidariedade aos moradores do edifício que desabou na madrugada da última segunda-feira (1º/05), no Largo do Paissandu, Centro de São Paulo.

O poder público tem a obrigação de dar todo o suporte às famílias desabrigadas, já que não cumpriu seu dever de assegurar o direito à moradia digna e segura para aqueles trabalhadores e trabalhadoras. É simbólico que a tragédia ocorra no dia 1° de maio, Dia Internacional dos Trabalhadores, quando os números oficiais apontam o aumento da precariedade e a persistência de altas taxas de desemprego.

Foto: Karla Boughoff / PCdoBFoto: Karla Boughoff / PCdoBA pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela D’Ávila participou do ato “1° de Maio da Resistência”, na Praça da República, região central de São Paulo e lembrou que a 800 metros dali ocorreu uma fatalidade na madrugada dessa terça-feira (1º).

Para Manuela, com a intenção de criminalizar os movimentos de luta pela moradia, estão circulando mensagens responsabilizando os ocupantes do prédio que pegou fogo no Centro de São Paulo. “Moradores que lutam e buscam um lugar para dormir tranquilo à noite”, enfatizou Manuela. “Eles viveram uma grande tragédia e estão dizendo que a culpa era deles”, protestou a pré-candidata comunista.

Em todo o país ocorreram manifestações para marcar o 1º de maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, que este ano foi marcado pela defesa da liberdade do ex-presidente do Lula.

O tom de protesto dominou os atos na maioria dos estados brasileiros - os manifestantes pediram a revogação da reforma trabalhista e uma política econômica com valorização do trabalho e que crie empregos.

O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) tem mais de 20 anos de história de luta por moradia no Brasil. Nesse período colaborou para que milhares de pessoas tivessem acesso à moradia digna, um direito constitucional negado a mais de 6 milhões de famílias no país.

Nos últimos dois anos, estivemos na linha de frente das lutas e denúncias contra os cortes no orçamento da habitação.

No ano de 2017, o governo Temer destinou apenas 9% dos valores previstos com moradia no orçamento. A faixa mais afetada foi a de baixa renda, que compreende famílias que recebem até 1.800 reais. Enquanto isso a Caixa Econômica ampliou o limite de financiamento para imóveis de luxo, uma completa inversão de prioridades.

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