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A greve dos caminhoneiros já está no oitavo dia e ainda não foi adotada uma solução de consenso para a crise. Apesar das concessões feitas pelo governo federal e anunciadas neste domingo (27), ainda há lideranças do movimento que não aceitaram encerrar a paralisação e seguem interditando rodovias em todo o país.

Ao final da tarde desta segunda (28), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que, em vez de reduzir, os pontos de bloqueios nas estradas aumentaram de 554 para 594 pontos.

O governo Temer decretou nesta sexta-feira intervenção federal, liberando o uso das Forças Armadas para reprimir e desbloquear as estradas do país diante da manutenção da greve dos caminhoneiros. Apesar da tentativa de acordo entre governo e entidades dos caminhoneiros a maioria da categoria parece não reconhecer como satisfatório esse acordo e o número de bloqueios nas estradas subiu para 521 locais.

As centrais sindicais brasileiras divulgaram nota nesta sexta-feira (25) criticando a decisão do governo federal de convocar as forças nacionais de segurança para desbloquear as estradas paralisadas pela greve dos caminhoneiros.

"É querer apagar fogo com gasolina, ou seja, só acirra e dificulta uma solução equilibrada", afirma o texto. As centrais também se ofereceram para mediar a negociação sobre a greve, que se arrasta desde o início da semana.

O presidente Michel Temer anunciou em rede nacional que o governo acionou as forças de segurança para liberar as estradas no país. O objetivo é colocar fim à greve dos caminhoneiros que entrou no seu quinto dia e já causa desabastecimento generalizado.

Na quinta (24), um acordo foi firmado entre representante da categoria e o governo e algumas das exigências atendidas. Porém, a paralisação seguiu nesta sexta (25), com 521 pontos de interdição em todo o país.

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), alertou sobre o caos instaurado no Brasil, em função da greve dos caminhoneiros contra o preço elevado dos combustíveis. Na avaliação da parlamentar, é preciso combater a política de preços imposta pelo governo Temer e a atual gestão da Petrobras, mas ela alarmou, que é preciso ter cautela com o próprio movimento que está sendo desenvolvido no Brasil.

Desde que a direção da Petrobrás, sob a condução de Pedro Parente, adotou a atual política de preços, em julho de 2017, a gasolina vendida nas refinarias já sofreu 50,04% de aumento, o diesel 52,15%, enquanto o gás de cozinha encareceu 67,8% somente no ano de 2017, obrigando mais de um milhão de domicílios a adotarem a lenha ou o carvão para cozinhar.

A Frente Nacional pela Democracia, Soberania e Direitos, composta pelos partidos progressistas (PCdoB, PT, PSB, PDT e Psol,), lançou nota contra os ataques do governo de Michel Temer a democracia, a soberania e aos direitos sociais.

“A Frente reafirma seu compromisso indeclinável com a defesa de um Brasil justo e soberano, ao tempo em que denuncia o aprofundamento da crise econômica e social, responsabilidade exclusiva do governo Temer e dos partidos que sustentam sua agenda antipopular e antinacional”, diz o documento.

Em postagem nas redes sociais, a pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela d’Ávila, alertou para o risco que a situação de caos incentive os aventureiros. “Não seria a primeira vez na história do nosso continente”, lembrou.

Na avaliação de Manuela, “estamos caminhando para uma situação de agudo agravamento da crise política e econômica”.

AVNAs sanções impostas por países como os Estados Unidos, seus cúmplices no continente e a União Europeia contra o povo da Venezuela impediram que o país realize pagamentos para a importação de medicamentos, denunciou a vice-ministra de Redes de Atenção Ambulatorial de Saúde da Venezuela, Indhriana Parada.

Durante seu discurso no plenário da 71º Assembleia Mundial da Saúde, que acontece até o dia 26 de maio em Genebra, Parada afirmou que desde 2013 a Venezuela tem sido alvo de uma guerra econômica e de medidas coercitivas unilaterais, que afetam a estabilidade e a saúde dos venezuelanos.

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