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Em entrevista ao Brasil de Fato e ao portal Saúde Popular, o médico de Família e Comunidade Thiago Henrique Silva classificou como “catástrofe sanitária” a perda de médicos cubanos do Programa Mais Médicos no Brasil.

Ele acredita que haverá aumento da demanda por atendimento nos prontos-socorros e unidades mais próximas dessas que perderão os profissionais estrangeiros. “Vamos deixar de ter médicos que estão cumprindo carga horária de 32 horas por semana nas unidades básicas de saúde, em lugares remotos do Brasil, onde não havia assistência à saúde”, enfatiza o integrante da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares (RNMMP).

O ex-presidenteLula rebateu, nesta quarta-feira (14), na Justiça Federal de Curitiba, em depoimento sobre o processo do sítio de Atibaia, que investiga se reformas realizadas na propriedade que não lhe pertence o beneficiaram, todas as acusações infundadas e demonstrou indignação com sua prisão injusta.

Durante o depoimento para a juíza Gabriela Hardt, substituta do juiz Sérgio Moro, indicado para ministro do governo de Jair Bolsonaro (PSL), Lula questionou: “Doutora, eu só queria perguntar para o meu esclarecimento: Eu sou o dono do sítio ou não? Porque eu estou disposto a responder toda e qualquer pergunta. Eu sou dono do sítio ou não?”, repetiu e a juíza não soube responder.

Sol forte e chuva intensa marcaram o dia dos manifestantes que prestaram solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em frente à Justiça Federal do Paraná, em Curitiba, nesta quarta-feira (14). Lula chegou ao prédio pouco antes das 14h para prestar depoimento sobre o sítio que frequentou na cidade de Atibaia, interior de São Paulo.

A Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares divulgou nota, nesta quarta-feira (14), de agradecimento a Cuba e aos profissionais cubanos pela participação no Programa Mais Médicos.

Para os profissionais que compõem a Rede, Cuba demonstra em seu exemplo cotidiano que a medicina pode ser para todos. “Exemplo de que as favelas, o sertão e a Amazônia podem ter médicos. Exemplo de que o pobre pode ser médico. Exemplo que o negro pode ser médico. Exemplo de que o Estado deve garantir Saúde como um Direito. Exemplo de amor latino-americano”, declara o coletivo.

No depoimento desta quarta-feira, 14, o presidente Lula mostrou mais uma vez que são falsas as acusações dos procuradores da Lava Jato. Lula é um preso político, condenado injustamente para que não fosse eleito presidente da República como desejava a maioria da população.

Depois de 222 dias de prisão política por um triplex que nunca foi dele, Lula deixou a sede da PF curitibana para se defender num processo do sítio que ele frequentou em Atibaia, interior de São Paulo. O inquérito investiga o pagamento de obras de reforma na propriedade.

Lula prestou depoimento à juíza substituta da Lava Jato, Gabriela Hardt nesta quarta-feira (14), na sede da Justiça Federal em Curitiba. Ao longo de quase duas horas, o ex-presidente respondeu questionamentos, reafirmou sua inocência e se insurgiu contra a guerra jurídica que se arrasta há anos contra ele.

O Partido dos Trabalhadores vê com apreensão o convite do presidente eleito Bolsonaro para que o embaixador Ernesto Henrique Fraga Araújo venha a dirigir o Itamaraty. Além de relativamente inexperiente, pois nunca foi designado Chefe de Missão Diplomática e sabatinado pelo Senado, o referido embaixador destaca-se por sua admiração incondicional a Donald Trump e por suas posições políticas extremamente conservadoras.

O ex-presidente Lula rebateu ponto a ponto as infundadas acusações do Ministério Público em seu depoimento, reforçando que durante o seu governo foram tomadas inúmeras providências voltadas ao combate à corrupção e ao controle da gestão pública e que nenhum ato de corrupção ocorrido na Petrobras foi detectado e levado ao seu conhecimento.

Jair Bolsonaro será o primeiro presidente a tomar posse lançando um anti-programa: o Menos Médicos. Em resposta às declarações preconceituosas e equivocadas dele sobre o Mais Médicos, o governo cubano vai deixar a parceria firmada em 2013 no governo Dilma e atende 63 milhões de pessoas.

Cerca de 8.500 profissionais devem voltar à ilha – quase metade de todo o contingente do Mais Médicos. O fim da parceria prejudica principalmente as cidades pobres e as periferias das grandes capitais.

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