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Na noite de domingo, dia 27 de maio, os dados da apuração do primeiro turno na eleição presidencial na Colômbia apontavam para um segundo turno ainda mais polarizado. O candidato da direita conservadora, Ivan Duque, venceu a primeira volta com 39,14 % dos votos. Gustavo Petro, apoiado pela maioria da esquerda social e política, alcançou o segundo turno com 25,09% votos válidos. Sergio Fajardo, de Coalizão Colombia, articulação de vários setores da centro-esquerda, teve 23,73 %. Em seguida vieram o ex-vice presidente German Vargas com 7, 28% e o candidato Humberto De La Calle, conhecido por ter sido o negociador dos acordos de paz com as FARC, teve 2,06% dos votos.

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) ressaltou que a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras é uma vitória do povo brasileiro, mas, alertou que isso não significa  ainda que será mudado a política de preços abusivos da estatal. “É a fragilização dessa política, mas ainda não é definitivamente a mudança”.

Os saldos do golpe contra o país seguem e são brutais. A gestão Temer erra e quem paga a conta é o povo.

Em prenunciamento nesta quinta (31), Michel Temer anunciou de onde vai tirar os recursos para compensar o Diesel, que teve aumentos abusivos em função da política de aumentos dos combustíveis. O impacto de R$ 9,5 bilhões.

A pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela d’Ávila comentou em suas redes sociais sobre o pedido de demissão do presidente da Petrobras, Pedro Parente, na manhã desta sexta-feira (1/6). Manuela afirmou que a pressão popular colocou Parente para fora da estatal.

A pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela d’Ávila lamentou em suas redes sociais a queda de 18% dos inscritos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em relação a 2017. “Que notícia triste”, frisou.

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) iniciou nesta quinta-feira (31), o 7º Encontro Nacional de Sindicalistas da legenda, no Hotel Nobile Downtown, em São Paulo-SP. A atividade contou com a exposição do presidente da Fundação Maurício Grabois, Renato Rabelo e do secretário nacional de Movimento Sindical do PCdoB, Nivaldo Santana.

São tempos de incerteza, de uma conjuntura adversa e atípica, mas são tempos como esses que um partido forjado nas lutas do povo como o PCdoB tem que agir. A greve dos caminhoneiros, somadas agora com a greve dos petroleiros, incendeiam o país e deixa a sociedade como um todo, e parte da esquerda, sem saber o que fazer.

O líder do PCdoB na Câmara, deputado Orlando Silva (SP), disse em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo que faltou critério a Michel Temer nos vetos dos setores que vão voltar a pagar imposto sobre a folha de pagamento, em vez de uma alíquota sobre o faturamento, a chamada reoneração. Segundo o deputado, ao vetar determinados segmentos, o governo está prejudicando a indústria nacional e a geração de empregos no país.

Os petroleiros decidiram em assembleia na noite da quarta-feira (30) encerrar a paralisação, informa o vice-presidente da CTB e diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Divanilton Pereira.

Leia abaixo a nota divulgada pela categoria nesta quinta (31):

Os petroleiros novamente deixam sua marca na defesa da soberania. A luta contra a privatização da Petrobrás ganhou a sociedade. A categoria colocou em debate os interesses que pautam a política de preços dos combustíveis, deixando claro o projeto da gestão Pedro Parente de sacrificar o povo brasileiro e a soberania do país para cumprir os ditames do mercado financeiro e das grandes corporações internacionais.

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