Monday, April 18, 2022

The Portuguese Council for Peace and Cooperation marks and commemorates the Palestinian Land Day, which is celebrated today, March 30th., reaffirming the end of the illegal occupation of Palestinian territories by Israel and the demand for compliance with international law, namely the national rights of the Palestinian people.

On March 30, 1976, six young Palestinians were murdered, hundreds were wounded and detained by Israeli troops during the general strike and large demonstrations against the illegal and violent appropriation of Palestinian lands by Israel, making this date a landmark moment in the legitimate resistance of the Palestinian people against the occupation, of their just struggle for a free and independent Palestine.

46 years after the events of March 30, 1976, the State of Israel continues to disrespect international law, including several UN resolutions, and the illegal occupation of Palestinian territories continues, supported by a colonialist policy and xenophobia by the Israeli authorities, which is supported politically, financially and militarily by the United States of America, but also by the European Union.

In evoking the Land Day, the CPPC reaffirms its condemnation of the criminal policy of the Israeli authorities and calls for continued action of solidarity with the heroic resistance of the Palestinian people, demanding compliance with their inalienable national rights.

The CPPC reaffirms that there is an urgent need for a path towards Peace, a path that has precisely to involve the fulfilment of international law, therefore the end of the illegal occupation of the Palestinian territories by Israel, a free and independent State of Palestine, on the 1967 borders and with capital in East Jerusalem, in accordance with UN resolutions, respect of the right of return of Palestinian refugees, the release of Palestinian political prisoners jailed in Israeli prisons.

The CPPC urges the Portuguese government, within the framework of the principles of the Constitution of the Portuguese Republic, of the United Nations Charter, of international law, to act effectively in the international institutions where it is represented in favour of the fulfilment of the national rights of the Palestinian people, brutally disrespected for decades by Israel.

———-/——–

Fim à ocupação israelita
– Solidariedade com o povo palestino!

O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinala e comemora o Dia da Terra Palestina que se celebra hoje, dia 30 de Março, reafirmando o fim da ilegal ocupação de territórios palestinos por parte de Israel e a exigência do cumprimento do direito internacional, designadamente dos direitos nacionais do povo palestino.

No dia 30 de Março de 1976, seis jovens palestinos foram assassinados, centenas foram feridos e detidos por tropas israelitas durante a greve geral e grandes manifestações contra a ilegal e violenta expropriação de terras palestinas por parte de Israel, tornando esta data um momento marcante da legítima resistência do povo palestino contra a ocupação, da sua justa luta por uma Palestina livre e independente.

46 anos depois dos acontecimentos de 30 de março de1976, mantém-se o desrespeito do direito internacional, incluindo de múltiplas resoluções da ONU, por parte do Estado de Israel, continuando a verificar-se a ilegal ocupação de territórios palestinos, sustentada na política colonialista e xenófoba das autoridades israelitas, que é apoiada política, financeira e militarmente pelos Estados Unidos da América, mas também pela União Europeia.

Ao evocar o Dia da Terra, o CPPC reafirma a sua condenação da política criminosa das autoridades israelitas e apela ao prosseguimento da ação de solidariedade para com a heróica resistência do povo palestino, exigindo o cumprimento pelos seus inalienáveis direitos nacionais.

O CPPC reafirma que é urgente um caminho que almeje a Paz, caminho esse que tem justamente de passar pelo cumprimento do direito internacional, logo pelo fim da ilegal ocupação dos territórios palestinos por parte de Israel, por um Estado da Palestina livre e independente, nas fronteiras de 1967 e com capital em Jerusalém Leste, conforme as resoluções da ONU, pelo respeito do direito de regresso dos refugiados palestinos, pela libertação dos presos políticos palestinos encarcerados nas prisões israelitas.

O CPPC insta o governo português, no quadro dos princípios da Constituição da República Portuguesa, da Carta das Nações Unidas, do direito internacional, a agir de forma efectiva, nas instituições internacionais, onde se faz representar em prol do cumprimento dos direitos nacionais do povo palestino, há décadas brutalmente desrespeitados por Israel.

Source: World Peace Council