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As centrais sindicais brasileiras divulgaram nota nesta sexta-feira (25) criticando a decisão do governo federal de convocar as forças nacionais de segurança para desbloquear as estradas paralisadas pela greve dos caminhoneiros.

"É querer apagar fogo com gasolina, ou seja, só acirra e dificulta uma solução equilibrada", afirma o texto. As centrais também se ofereceram para mediar a negociação sobre a greve, que se arrasta desde o início da semana.

O presidente Michel Temer anunciou em rede nacional que o governo acionou as forças de segurança para liberar as estradas no país. O objetivo é colocar fim à greve dos caminhoneiros que entrou no seu quinto dia e já causa desabastecimento generalizado.

Na quinta (24), um acordo foi firmado entre representante da categoria e o governo e algumas das exigências atendidas. Porém, a paralisação seguiu nesta sexta (25), com 521 pontos de interdição em todo o país.

AVNAs sanções impostas por países como os Estados Unidos, seus cúmplices no continente e a União Europeia contra o povo da Venezuela impediram que o país realize pagamentos para a importação de medicamentos, denunciou a vice-ministra de Redes de Atenção Ambulatorial de Saúde da Venezuela, Indhriana Parada.

Durante seu discurso no plenário da 71º Assembleia Mundial da Saúde, que acontece até o dia 26 de maio em Genebra, Parada afirmou que desde 2013 a Venezuela tem sido alvo de uma guerra econômica e de medidas coercitivas unilaterais, que afetam a estabilidade e a saúde dos venezuelanos.

Acontece entre os dias 28 de maio e 8 de junho a 107ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A Conferência será realizada em Genebra, Suíça, e vai reunir representantes de trabalhadores, empregadores e governos do mundo inteiro para debater políticas e normas para as relações laborais em nível global.

Com a reforma trabalhista - que será mais uma vez denunciada na Conferência - e o avanço do desemprego, do número de acidentes de trabalho, da informalidade e do trabalho intermitente, o Brasil pode entrar na lista dos 24 casos mais graves de violações das convenções e recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT) cometidos por empresas e governos em todo o mundo.

Uma audiência no Tribunal Superior do Trabalho (TST) homologou na terça-feira (22) um acordo coletivo entre sindicato e empresa que pode abrir um novo caminho às entidades para garantir uma forma alternativa de custeio das organizações sindicais.

As condições referendadas pelo tribunal entre a Vale S.A. e o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias dos Estados do Maranhão, Pará e Tocantins (Stefen) preveem a instituição de uma contribuição negocial (ou assistencial), aprovada por meio de assembleia geral, que será obrigatória para toda a categoria e terá validade de um ano.

A bancada do PSOL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), composta por Carlos Giannazi, João Paulo Rillo e Raul Marcelo, apresentou nesta quarta-feira (23) projeto de lei que proíbe o descarte de resíduos tóxicos na natureza em território do Estado de São Paulo.

A ideia da elaboração desta proposta de lei partiu de um dos encaminhamentos da audiência pública, organizada por Raul Marcelo e realizada no último dia 15 de maio, que tratou sobre os danos ambientais e sociais da Cava Subaquática (foto) entre as cidades de Cubatão e Santos, na Baixada Santista.

Após dois anos do golpe que colocou Michel Temer no Palácio do Planalto, o Brasil regride e volta ao mapa da mortalidade infantil. Os dados são do Ministério da Saúde e apontaram que a mortalidade infantil cresceu 11% para crianças entre um mês de quatro anos de idade, em 2016. Essa alta acontece depois 13 anos consecutivos de queda acentuada.

"A mortalidade pós-neonatal [a de um mês a quatro anos de idade], que é a mais sensível ao desenvolvimento social, está tendo um repique. Algumas dessas causas de morte mostram aumento em 2016 e projeta aumento para anos seguintes também. Algumas são muito associadas à pobreza, por exemplo, as gastrointestinais, que vinham reduzindo fortemente, mas têm repique em 2016", afirmou a doutora Fátima Marinho, responsável pela pesquisa, em declaração ao Valor Econômico.

Acabou na tarde desta sexta (11), a 18ª reunião da Direção Nacional da CTB que reuniu 84 dirigentes representando as cinco regiões do país.

Em dois dias de debates, os membros da direção nacional avaliou a conjuntura nacional, os impactos da Reforma Trabalhista - que completou nesta sexta (11) seis meses da sua entrada em vigor -, perspectivas do movimento sindical, custeio, negociação coletiva e o papel da Central na luta em curso, especialmente em um ano de eleição.

O diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, foi o convidado desta manhã da 18ª reunião da Direção Nacional da CTB, no hotel Excelsior, em São Paulo.

Economista, especializado no movimento sindical, Lúcio fez um balanço das transformações no mundo do trabalho e enfatizou a necessidade do movimento sindical se reestruturar.

Em sua visão, realista para alguns e apocalíptica para outros, a nova lógica capitalista, com o sistema financeiro no comando, associada ao avanço tecnológico e às novas relações de trabalho exigem uma mudança drástica do paradigma sindical vigente hoje.

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